Uma organização não governamental (ONG) do estado lançou uma petição online exigindo medidas disciplinares contra a deputada estadual Joana Darc (União Brasil), após ela ter invadido a sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em um ato de protesto controverso.
A ação da deputada Joana Darc, que ocorreu na última semana, tem gerado polêmica e indignação, levando a ONG a tomar uma posição firme em defesa da integridade e da importância das instituições ambientais. A petição, que já conta com quase duas mil assinaturas, pede uma investigação imparcial e a aplicação das medidas disciplinares adequadas contra a deputada.
A ONG argumenta que a invasão da sede do Ibama pela deputada é um exemplo de desrespeito às instituições e aos profissionais que dedicam suas vidas à proteção do meio ambiente. A ação demonstra uma falta de compreensão das atribuições e do papel fundamental do Ibama na fiscalização e no combate a atividades ilegais que prejudicam os recursos naturais do país.
No domingo 30 de abril de 2023, a parlamentar mais uma vez chamou seus seguidores através das mídias sociais para anunciar que iria retirar a capivara do CETAS, afirmando que o local não era próprio para receber animais silvestres
A referida parlamentar forçou entrada não autorizada e sem agendamento prévio dentro da instituição, constrangeu e assediou servidores terceirizados de segurança, usurpou e depredou o patrimônio público federal, invadiu um órgão público federal, tomou posse de insumos e instrumentos de órgão público federal sem autorização, promoveu fiscalização irregular e sem autorização, mentiu ao afirmar ter sido enganada em supostos acordos com o IBAMA.
Durante estes dois dias (29 e 30) a deputada se comportou de forma “histérica”, simulando choro, se ajoelhando no chão, correndo de um lado para o outro, gritando e ameaçando os servidores presentes. Sua equipe de assessores esteve sempre presente, filmando a deputada de todos os lados em suas manifestações dramáticas na área do CETAS. “Não me toque” era uma exclamação repetida várias vezes, mesmo que ninguém tentasse contê-la naquele momento.