A morte da cantora Marília Mendonça completa um mês, neste domingo (05). Ela estava em um avião que caiu em Caratinga, em Minas Gerais. No acidente aéreo também morreram o piloto, Geraldo Medeiros; o copiloto, Tarciso Viana; o produtor Henrique Ribeiro; e o tio e assessor de cantora, Abicieli Silveira Dias Filho.
As causas do acidente ainda estão sendo investigadas e a Polícia Civil mineira trabalha com as hipóteses de que as linhas de distribuição de uma torre da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) teriam provocado o acidente e também com a possibilidade de pane nos motores, o que depende de investigação do Cenipa, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos.
A Cemig disse que ainda não foi ouvida. Confira a nota na íntegra:
A Cemig também enviou a seguinte nota:
“A Cemig esclarece que a Linha de Distribuição atingida pela aeronave prefixo PT-ONJ, no trágico acidente do dia 5/11, está fora da zona de proteção do Aeródromo de Caratinga, nos termos de Portaria específica do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), do Comando da Aeronáutica Brasileiro (como mostra imagem já divulgada pela Cemig).